Ator tem se dedicado às artes plásticas e lutado contra a depressão.

Mundialmente conhecido, o ator e comediante Jim Carrey abandonou as telas de cinema para se dedicar às artes plásticas.

Desde então, ele vem produzindo uma série de pinturas, muitas delas de Jesus Cristo. Carrey compartilhou seus conceitos sobre Jesus em um mini-documentário estrelado por ele, intitulado “I Needed Color” (“Eu Precisava de Cor”, em português).

A decisão de se afastar do cinema e se concentrar nas artes plásticas seu deu após o suicídio de sua ex-namorada, Cathriona White.

Concentrado na nova carreira, o comediante mostra no documentário (disponível na web) o seu amor pelas artes plásticas, além dos quadros que tem pintado desde então, e conta como isso o auxilia a se conectar à sua “vida anterior”.

“Você pode perceber a minha vida interior pela escuridão em alguns deles (quadros) e você pode dizer o que eu quero pelo brilho em alguns deles”, conta Carrey, que vem lutando contra a depressão nos últimos anos.

Em uma das cenas do mini-documentário, o ator pinta uma imagem de Jesus Cristo e explica que a energia em torno de Jesus é elétrica.   “Minhas pinturas de Jesus são realmente meu desejo de transmitir a consciência de Cristo”, conta.

“Queria que você sentisse, quando olhar nos olhos dele, que ele te aceita como você é. Eu queria que ele pudesse encará-lo e curá-lo da sua dor”, completa.

É importante ressaltar que o curta-metragem não se trata de uma produção voltada à religião, nela o ator apenas explica a forma como vê a imagem de Jesus Cristo, como forma de fonte de cura.

Carrey não fala sobre conversão religiosa, embora recentemente tenha falado abertamente sobre a crucificação de Jesus em uma mistura de testemunho e pregação.

O astro de Hollywood costumava visitar a Homeboy Industries, órgão dedicado a ajudar indivíduos que se envolveram em vícios e gangues, quando contou:

“Vocês estão aqui e isso indica que estão tomando uma decisão: trilhar o caminho do perdão e graça. Assim como Cristo fez na cruz. Ele sofreu terrivelmente e deu tudo por nós, a ponto de morrer”.

I Needeed Color é dirigido por David Bushell.

Relembre o caso de Cathriona White

Cathriona White, ex-namorada de Jim Carrey morreu aos 30 anos, em setembro de 2015, depois de sofrer uma overdose de sedativos e analgésicos.

As drogas consumidas por White estavam prescritas para um homem fictício, chamado Arthur King, que viria a ser um pseudônimo de Jim Carrey.

Cathriona que era maquiadora, escreveu alguns bilhetes suicidas ao longo de seu namoro com o astro de Hollywood. Ao longo da relação, foram três bilhetes, o último sendo encontrado ao lado do seu corpo. Nesta última carta, ela se declarou ao ex-namorado: “Você é a minha família”.

A mãe de White chegou a denunciar Carrey por negligência na morte de sua filha.

“É compreensível que uma mãe que perdeu sua filha busque alguém a quem culpar. Mas dirigindo sua pena e ódio contra Jim Carrey e unindo-se à ridícula tentativa deste advogado (Avenatti) de capitalizar o suicídio de Cathriona, a senhora Sweetman caminha pelo mesmo caminho obscuro que Mark Burton”, declarou Michael Avenatti, advogado de Jim Carrey.

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